quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

tucanos114poa!!!Saiba o que esteve por trás da saída de Zambiasi do Senado, do seu apoio a Tarso e da seu retorno à RBS

- Veja, AQUI, como foi a reestréia de Zambiasi. A reportagem é da RBS TV.



O ex-senador Sérgio Zambiasi, ex-senador do PTB do Rio Grande do Sul, reassumiu nesta segunda-feira, às 6 horas, o comando de seu velho programa na rádio Farroupilha, de Porto Alegre, pertencente ao grupo RBS. Ele não quis mais concorrer a senador, no que foi convencido por investigações da Polícia Federal envolvendo algumas pessoas muito próximas a ele, como o empresário canoense Juarez Piccinini. Foi este associado de Sérgio Zambiasi que o convenceu a levar o PTB a apoiar a candidatura do petista Tarso Genro ao governo do Estado. Isso ocorreu, naturalmente, depois de a Polícia Federal ter invadido residências e escritórios de Juarez Piccinini e de suas duas filhas.

* Clipping do site VideVersus, do jornalista Vitor Vieira (http://www.videversus.com.br/).

- Conta a lenda que ao se reunir o PTB para decidir o que fazer com o então deputado Roberto Jefferson, caído em desgraça depois das suas denúncias sobre o Mensalão, ele teria sido afrontado pelo senador Sérgio Zambiasi. Eis o diálogo que teria ocorrido na frente de todo mundo:

Zambiasi - Acho que é melhor que o senhor se afaste, deputado.
Roberto Jefferson - Mas se eu me afastar, Zambiasi, não poderei mais defendê-lo.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

tucanos114poa!!! Indicadores preocupantes

22 fevereiro, 2011
Paulo Abi-Ackel destaca péssimos índices sociais no Brasil e cobra medidas do Executivo

Durante a discussão em plenário sobre a MP que amplia a Bolsa-Atleta, o líder da Minoria na Câmara, deputado Paulo Abi-Ackel (MG), criticou a baixa execução do governo federal em áreas básicas como educação, saneamento básico e saúde. Para o tucano, o Brasil ainda tem os mais lamentáveis índices sociais só comparáveis aos piores países do mundo depois de oito anos de administração petista no Palácio do Planalto.




“Apenas 50% da população brasileira tem acesso ao saneamento básico. Cidades não tem água tratada e nem tratamento sanitário. Isso afeta a saúde das crianças e dos mais velhos. É a comparação do Brasil real com o Brasil da comunicação oficial que nos preocupam. Esperamos que esses problemas sejam objeto de providências por parte do governo federal”, cobrou o deputado nesta terça-feira (22).

Abi-Ackel citou ainda dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre a concentração de renda no país. Segundo o líder da Minoria, os dados mostram que os 10% mais ricos do país concentram 75% da riqueza nacional e, contraditoriamente, os 10% mais pobres comprometem 33% dos seus rendimentos com tributos, enquanto os mais ricos pagam apenas 22%. “Esse é o Brasil real. Esse é o país que devemos nos preocupar”, criticou.

O deputado também condenou o uso de medidas provisórias para matérias como a da criação da Autoridade Pública Olímpica (APO). “Essa questão poderá ser melhor analisada se for enviada por meio de projeto de lei. Não podemos aceitar essa imposição de matérias relevantes que se encontram paradas no Congresso”, reiterou. (Reportagem: Letícia Bogéa/ Foto: Agência Câmara/ Áudio: Elyvio Blower)

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

tucanos114poa!!! Intermediação inaceitável

21 fevereiro, 2011
PSDB pedirá ao Ministério Público investigação de irregularidades no Programa Segundo Tempo

O PSDB prepara uma representação ao Ministério Público Federal (MPF) na qual pedirá a investigação de irregularidades no Programa Segundo Tempo. Reportagens publicadas pelo jornal “O Estado de S.Paulo” mostraram que o projeto do Ministério do Esporte serve para gerar dividendos eleitorais e financeiros ao PC do B em todo o país. Além disso, a ONG Bola Pra Frente, dirigida pela ex-jogadora de basquete Karina Rodrigues, filiada ao partido, cobra R$ 15 por aluno para implantar o projeto do governo federal em municípios de São Paulo.

A ONG mantém um contrato de R$ 13 milhões com o ministério. Somente em 2010, teriam sido distribuídos R$ 30 milhões a ONGs de dirigentes e aliados do partido do ministro da pasta, Orlando Silva. O jornal paulista esteve em São Paulo, Piauí, Santa Catarina, Brasília e Goiás e flagrou entidades de fachada recebendo recursos, núcleos esportivos fantasmas ou em condições precárias.




Os deputados Antonio Carlos Mendes Thame (SP) e Vaz de Lima (SP) repudiaram a falta de controle da gestão do PT sobre os convênios. Para Thame, a sociedade precisa dar uma resposta diante desta denúncia. Segundo o deputado, o governo federal promove uma verdadeira “esculhambação” durante a distribuição de verbas públicas para os seus aliados. O Segundo Tempo foi criado em 2003 para oferecer prática esportiva para crianças e jovens carentes após o turno escolar e também nas férias. Até hoje o governo aplicou R$ 1,5 bilhão. Para este ano, o orçamento do programa é de R$ 255 milhõe

A reportagem também encontrou crianças expostas ao mato alto e todo tipo de detritos. E em algumas unidades faltavam uniforme e calçados para os alunos, os salários de funcionários estão atrasados e a merenda vencida. “Tudo que está ocorrendo faz parte de uma nefasta triangulação. O governo dá esse recurso para a ONG. A entidade escapa da fiscalização e os recursos são repassados a quem eles quiserem, sem licitação e ao arrepio da lei. Mas a cobrança de comissões é ainda mais grave e uma novidade”, avaliou o deputado, que é vice-líder da Minoria na Câmara.

Para Vaz de Lima, esse é mais um “escândalo” da administração petista em parceria com seus aliados políticos. “É uma loucura imaginar que alguém possa estar investindo no desvio de recurso público utilizando um programa dessa natureza”, condenou. (Reportagem: Artur Filho/Foto: Eduardo Lacerda/Áudio: Elyvio Blower

tucanos114poa!!! Leitores acham que não existe Oposição no RS

Até o meio da tarde desta segunda-feira, 57% dos leitores consideravam que nenhum Partido faz oposição de verdade ao governo do Sr. Tarso Genro.
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

tucanos114poa!!!O AeroDilma é muito, mas muito mais luxuoso do que o AeroLula. Conheça-o.





Se você achava um luxo o Aerolula, surpreenda-se com o bom gosto, o luxo e a suntuosidade desse Lineage, o jato mais caro e luxuoso da Embraer, só construído para potentados árabes, que passou a servir a presidente Dilma Roussef. Os clientes não querem nem que a Embraer revele suas identidades.

. Diga-se o que quiser se dizer do PT, mas depois que seus líderes descobriram o luxo, a suntuosidade, os tapetes vermelhos, o caviar, os vinhos franceses e as boas companhias, nunca mais quiseram abrir mão de nada. É claro que os fiéis eleitores do Bolsa Esmola sabem de tudo isto.

. Vale a pena olhar as suítes e cabines deste avião que Dilma passou a usar para vir a Porto Alegre e voar pelo Brasil.

CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa e examinar as fotos das luxuosas instalações internas do avião. A Presidência e a Embraer dizem que o governo não comprou o avião, o que é muito grave, porque favores de empresas privadas a um governante não são toleráveis em sociedades democráticas e civilizadas. Ninguém sabe se a Embraer exige algum tipo de reciprocidade.
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sábado, 19 de fevereiro de 2011

tucanos114poa!!! Marisa Serrano defende fortalecimento do PSDB

Em nota, ela diz que momento é de convergência e consenso de idéias




Senadora Marina Serrano
Veja íntegra:

Quero deixar claro que, como vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB, não concordo com as declarações recentes de dirigentes regionais. Acredito que tal atitude não contribui em nada para o fortalecimento e a unidade do partido. Expõe uma crise interna que, na verdade, não existe.

O PSDB Nacional concorda que neste momento é prematura a discussão de nomes para concorrer à presidência da República em 2014. Temos excelentes quadros em várias partes do país e vamos trabalhar para fortalecer e conquistar nossas bases eleitorais em todo o Brasil. O momento é de convergência de idéias e de consenso em torno da formulação de projetos para atuarmos como uma oposição eficaz, vigorosa e construtiva.

Marisa Serrano
Vice-presidente da Executiva Nacional do PSDB

Tucanos114poa!!! Dia loooongo

sábado, 19 de fevereiro de 2011
Hoje, sábado, o dia ficará maior: atrase seu relógio, porque acabou o horário de verão

A partir da meia noite deste sábado, volta o horário antigo. Acaba o horário de verão. À meia noite, todo mundo deve atrasar o relógio em uma hora.

Tucanos114poa!!! Caso Battisti

STF vai extraditar Battisti

O STF mandará o governo federal extraditar Cesare Battisti. O governo italiano e os ativistas que pedem a entrega do criminoso, já sabem disto, o que explica o silêncio obsequioso que passaram a demonstrar.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tucanos114poa!!!Convenções Zonais: Confusão Gratuita




Em razão de alguns procedimentos administrativos implantados da Justiça Eleitoral, há vozes que defendem a inexistência, em termos legais, das Zonais Partidárias, previstas e presentes nos Municípios com mais de 500 mil eleitores.
A autonomia partidária é preceito constitucional. A Constituição Federal é expressa no sentido de que é assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento (Art. 17 da CF).
A Lei Partidária (nº 9.096, de 19/9/2011) trilha o mesmo caminho (Art. 2º e 3º) e não poderia ser de outro modo. Além disso, ela prevê a comunicação à Justiça Eleitoral de seus órgãos de direção e os nomes dos respectivos integrantes, entre os quais, dos integrantes das Zonais (Art. 10, parágrafo único, III).
Sob o ponto de vista da Justiça Eleitoral, as Zonas Eleitorais continuam existindo e é com base nelas que vários procedimentos estão fixados, basta compulsar o Código Eleitoral (Lei no 4.737, de 15 de Julho de 1965).
Ora, não seria um mero ato administrativo da Justiça Eleitoral, objetivando exclusivamente economizar processos, que ao determinar o encaminhamento periódico de apenas uma listagem de filiados por Município – para efeitos exclusivos de contagem de prazos de filiação – e não mais uma listagem por Zonal, que teria o poder de afastar preceitos constitucionais e legais, e tornar letra morta dispositivos estatutários do PSDB.
O mais grave é que esse pensamento arrevesado contaminou Presidentes de Diretórios Municipais e até a área jurídica do Diretório Nacional, revelado na recente Resolução CEN-PSDB nº 011/2010, baixada para fins de fixação da data da Convenção Nacional e das datas bases das demais instâncias partidárias, onde as Convenções Zonais, de fato, não ganharam espaços próprios.
Mas o Estatuto do Partido, nosso “catecismo”, no Art. 23, § 2º, II, exige intervalo temporal entre as Convenções Zonais, Municipal e Estadual de forma que “permita a realização de todos os atos que devam ser executados antes e depois de cada uma delas”.
Com essa inobservância das disposições estatutárias, se instalou uma enorme confusão e desgaste em Porto Alegre, totalmente evitáveis se o Estatuto fosse realmente observado.

Antonio Augusto d´Avila.

Tucanos114poa!!!Gastança com novos servidores estaduais pode chegar a R$ 50 milhões por ano no RS




É aterradora a sem cerimônia com que o governo estadual discute o impacto que a criação ou alterações de centenas de cargos gerará nas contas públicas do RS. O trenzinho da alegria beneficiará os Partidos da base, já que quase todos os novos empregos são da modalidade CC.

. As contas dos R$ 50 milhões por ano estimados pelo PSDB, até os R$ 35,4 milhões admitidos pelo governo, passando pelos R$ 17,4 milhões calculados por jornais como Zero Hora, muito embora este tenha feito o cálculo apenas sobre a nova leva de 346 novos cargos, sem considerar os 518 criados no início do ano.

. A conta mais real parece ser a do PSDB, considerando-se a equação menor montada por Zero Hora. Se forem R$ 50milhões, o governo levará para a Folha de Pessoal dinheiro que daria para construir 36 novas escolas por ano.
- Tarso sequer considera o aperto fiscal que faz Dilma Rousseff neste momento e não prepara o Estado para um ano duríssimo.
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Tucanos114poa!!! Processo da RBS sai da capa do portal da Justiça Federal

O site da Justiça Federal do RS não disponibiliza mais informações sobre o processo em que o dono da RBS, Nelson Sirotsky, responde por crime de Colarinho Branco. O editor conseguiu emplacar sucessivos atos processuais até segunda-feira, quando revelou tudo nesta página. CLIQUE AQUI para ver o que foi encontrado. A partir desta terça-feira, o site mudou de rumo e nada mais é disponibilizado.
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Tucanos114poa!!! Aumento ínfimo

15 fevereiro, 2011
Governo Dilma pode paralisar série de ganhos reais do mínimo iniciada em 1994, alertam líderes

Durante os debates da Comissão Geral instalada para discutir o aumento do salário mínimo, o líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), e o da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel (MG), demonstraram que o valor proposto pelo governo Dilma poderá interromper, pela primeira vez em 16 anos, a série de ganhos reais do piso salarial. Os parlamentares também afirmaram que o Planalto teme um aumento maior do que sua proposta de R$ 545 porque prefere continuar a gastança descontrolada, cujo ápice aconteceu na gestão Lula.




O líder do PSDB contestou os dados apresentados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, sobre a valorização do piso salarial. Duarte lembrou que o ganho real sobre o mínimo teve início em 1994 e acumulou uma valorização de 44% até o final do governo Fernando Henrique, em 2002. Nos oito anos de governo Lula o ganho foi de 53%, mas com a diferença de que a gestão petista encontrou uma economia estabilizada, enquanto seu antecessor tucano tinha herdado um processo de corrosão do salário do trabalhador iniciado nos anos 80. “O que estamos discutindo é que será interrompida a série histórica de 16 anos consecutivos desse aumento real”, ressaltou.





Abi-Ackel disse que bastaria um corte duro nas despesas federais para que o salário de R$ 600 se tornasse uma realidade. “Quem se acostuma com a fartura tem dificuldades de se adaptar às contas justas e apertadas. Mas era o que o governo tinha que fazer. Cortar onde pode e deve”, afirmou.

O líder da Minoria também citou reportagem do portal “G1″ relembrando a promessa da então presidente eleita de aumentar o mínimo para R$ 600 até o final deste ano. A declaração de Dilma foi registrada no dia três de novembro do ano passado. ”Como é bom prometer e não cumprir depois. O governo oferece ínfimo aumento salarial que não corresponde a mais de R$ 0,50 por dia para cada trabalhador do Brasil”, criticou. (Reportagem: Djan Moreno/Fotos: Agência Câmara.

Tucanos114!!!Prêmio para infrator

15 fevereiro, 2011
Tucanos criticam nomeação de envolvido em escândalo para assessorar Dilma

Deputados do PSDB reprovaram nesta terça-feira (15) a decisão da presidente Dilma de nomear como seu assessor Jeter Ribeiro de Souza, envolvido na quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Ex-gerente da Caixa Econômica Federal, ele foi acusado de acessar a conta de Francenildo e imprimir uma cópia do extrato a pedido do então presidente do banco estatal, Jorge Mattoso. O escândalo do caseiro derrubou o então ministro da Fazenda e atual chefe da Casa Civil da Presidência, Antonio Palocci, em março de 2006. O assessor nomeado para auxiliar Dilma chegou a ser intimado a depor na Polícia Federal (PF), mas não foi indiciado no processo que investigou o caso e tramitou no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo reportagem do jornal “Folha de S. Paulo”, o bancário recebeu função de assessor no gabinete-adjunto de Informações em Apoio à Decisão da Presidente. Jeter receberá R$ 4.042,06. Como é servidor de carreira do banco, ele pode acumular o salário do órgão de origem. Neste caso, teria direito a receber 60% do cargo em comissão, um adicional de R$ 2.425.



Para o líder da Minoria na Câmara, Paulo Abi-Ackel (MG), a presidente deve ter cuidado, sobretudo após o escândalo Erenice Guerra, e melhorar o perfil dos seus assessores. Ex-braço direito de Dilma Rousseff na Casa Civil, a ex-ministra caiu do cargo, após o jornal “Folha de S.Paulo” mostrar que a estrutura do ministério foi usada por seu filho, Israel Guerra. Segundo empresários, ele cobrava propina para facilitar acesso a negócios do governo.

“Isso não surpreende, pois ela nomeou Erenice que se envolveu em muitas trapalhadas.


O caso é grave por partir da presidente da República”, reforçou o deputado Sérgio Guerra (PE), presidente nacional do PSDB.

O deputado André Dias (PA) lembrou que no governo Lula, quando Dilma era chefe da Casa Civil e ministra de Minas e Energia, sempre havia alguém envolvido em escândalos. “A presidente não acha isso estranho e talvez ache normal as pessoas cometerem atos com esse. Isso é um perigo para o Estado Democrático de Direito”, ressaltou.

Para o deputado paraense, pessoas que agem acima da lei deveriam ser expulsas da vida pública e condenadas a pagar pelo mal que cometeram. “Isso é um absurdo. O governo petista premia os infratores porque tiveram a coragem de infringir a lei para proteger um ministro”, condenou Dias.

Após quebra de sigilo, bancário foi premiado com cargo na Secretaria de Direitos Humanos

→ O sigilo de Francenildo foi quebrado depois que ele disse em entrevista que Palocci frequentava uma casa em Brasília onde aconteciam festas e distribuição de propinas. O extrato bancário foi vazado para a revista “Época”, que publicou reportagem mostrando que o caseiro havia recebido transferências de R$ 25 mil no período em que denunciou o ministro. Depois que o caso veio à tona, Francenildo disse que o dinheiro tinha sido doado por seu pai, que confirmou a versão. O Supremo Tribunal Federal (STF) inocentou Palocci em 2009 por falta de provas. O placar entre os ministros foi de cinco votos a quatro. Mas, o STF aceitou a denúncia contra Jorge Mattoso, que agora responde a ação na primeira instância da Justiça Federal.

→ A nomeação de Jeter foi publicada no último dia 2 no “Diário Oficial da União” e divulgada pela revista “Isto é”. O ato foi assinado pelo secretário-executivo da Casa Civil, Beto Vasconcelos, substituto imediato de Palocci. Antes de ser indicado para o cargo no Planalto, o bancário ocupava outra função de confiança em órgão ligado à Presidência. Ele era coordenador-geral do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. O órgão é vinculado à Secretaria Especial de Direitos Humanos
Letícia Bogéa/ Fotos: Eduardo Lacerda/Áudio: Elyvio Blower)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

tucanos114poa!!! Posse do novo secretário da acessibilidade de Porto Alegre; Paulo Brum


Da esq. para dir. Presidente do Municipal (PSDB)e vereador: Mario Manfro,Dep.Paulo Brum, Presidente da Zonal 114 (PSDB) Paulo Furtado, Assessor de gab. vereador Mario Manfro:Galileu Rangel.



No dia de hoje ás 14:30 em solenidade na Prefeitura de Porto Alegre,tomou posse o novo secretário da acessibilidade, o Dep. Paulo Brum. Um homem que sempre esteve e está a frente, empunhando a bandeira da acessibilidade para as pessoas com necessidades especiais.

Parabéns ao nosso querido companheiro Paulo Brum, que seja uma administração cheia de grandes realizações.

Cordialmente,

Tucanos 114 poa.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

tucanos114poa!!! O Tucano Paulo Brum integrante da zonal 114, Assume Secretaria da Acessibilidade


Dep. Paulo Brum e o atual Presidente da zonal 114 Paulo Furtado.
Foto:Hamiltom Acosta

A posse de Paulo Brum, que assume como secretario da Secretaria Especial de Acessibilidade de Porto Alegre, vai acontecer nesta sexta-feira, 11, às 14h30 no Salão Nobre da Prefeitura de Porto Alegre.

Currículo

Paulo Brum nasceu em 8 de maio de 1958 na cidade de Fontoura Xavier, no Vale do Taquari. Em 1992, concorreu a vereador de Porto Alegre, ficando como suplente. Assumiu uma cadeira na Câmara em 1995, quando pôde começar, efetivamente, sua luta pelos direitos da pessoa portadora de deficiência. Toda legislação municipal que diz respeito a deficientes foi feita a partir dos mandatos de Paulo Brum, embora seu trabalho não se direcione apenas a esse segmento da sociedade.


Essa atuação humanitária tem levado a conquistas já plenamente integradas ao nosso cotidiano, que materializam seu empenho pela inclusão social. Durante seu terceiro mandato como vereador, Paulo Brum concorreu à Assembléia Legislativa e elegeu-se deputado em 2002 e foi reeleito em 2006. No Legislativo estadual, sua atuação ganhou ainda mais força, pois os resultados de seu trabalho passaram a ter um alcance maior.


Essa é a luta do deputado Paulo Brum. O permanente desafio da inclusão, em que é necessário abrir espaços para debates e troca de experiências, e tomar iniciativas que dêem oportunidade a todos de se capacitarem para o convívio e a participação social. Acreditar nas possibilidades do ser humano é uma condição essencial para a cidadania.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

tucanos114poa!!! Reunião da zonal114 no Diretório municipal.



Ocorreu ontem ás 18:00 horas na sede Municipal de Porto Alege, reunião da zonal 114, onde foi iniciado o processo de colhimento de assinaturas para o consentimento da criação da chapa.

O Atual presidente da zonal, Paulo Furtado, manifestou a sua pretenção de concorrer reeleição a Presidência e teve a sinalização de apoio de companheiros desta zonal.

Ficou agendada reunião para o dia 17/02/2011 ás 18:00 Horas, para recolhimento das listas de consentimento que após análise dos nomes , em breve será entregue e protocolada junto ao diretório municipal.

Quem quizer apoiar a chapa,favor entrar em contato via email e ou telefone, que iremos até você para colhermos a sua assinatura.

Os nossos Agradecimentos ao Professor Crusius que nos Prestigiou com sua visita.

Queremos aqui também agradecer aos companheiros e companheiras que se fizeram presentes a Reunião.

Tucanos114Poa!!! Convocação aos Tucanos da zonal114Poa


O presidente da zonal 114 de Porto Alegre, Paulo Furtado, no poder de suas atribuições, convoca a todos os filiados desta zonal, (com mais de seis meses de filiação) para participar da reunião a se realizar nesta próxima quarta feira dia 09 de Fevereiro ás 18 horas, no diretório municipal de Porto Alegre. Rua Lopo Gonçalves n°317 bairro cidade baixa.

Nesta reunião trataremos de assuntos formais e pertinentes a criação de chapa para as eleições da zonal 114. Estaremos colhendo assinaturas na forma de: declaração de consentimento e apoio para o registro de chapa.

Caro companheiro(a) tucano(a), sua presença é indispensável para o crescimento político partidário do PSDB. Queremos que você expresse sua vontade de participar da chapa (se for o caso) precisamos da vossa assinatura para o apoiamento e o consentimento, para que seja promovido e processado o registro da chapa, com seu nome, como candidato a membro do diretório da zonal 114, na forma de titular ou suplente; como membro do conselho de ética e disciplina Partidária, Titular ou suplente; ou como delegado ás convenções Municipal e Estadual, Titular ou suplente, na convenção da zonal 114 do partido da social Democracia Brasileira/PSDB de Porto Alegre, marcada para o dia 13/03/2011.

No caso de impossibilidade de comparecer a reunião e se desejares participar do apoio a chapa, favor expressar vossa vontade de apoio, via email ou telefone, que iremos até você para colher a assinatura.
email:tucanos114poa@gmail.com
Telefone: (51)97144507


Desde já agradecemos a sua atenção e apoio.

Cordialmente,

Paulo Furtado
Presidente desta zonal.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Tucanos114poa!!! Palavra de FHC

O Estado de São Paulo; 06 de fevereiro de 2011

Tempo de muda
Fernando Henrique Cardoso
Novo ano, nova presidente, novo Congresso atuando no Brasil de sempre, com seus êxitos, suas lacunas e suas aspirações. Tempo de muda, palavra que no dicionário se refere à troca de animais cansados por outros mais bem dispostos, ou de plantas que dos vasos em viveiro vão florescer em terra firme. A presidente tem um estilo diferente do antecessor, não necessariamente porque tenha o propósito de contrastar, mas porque seu jeito é outro. Mais discreta, com menos loquacidade retórica. Mais afeita aos números, parece ter percebido, mesmo sem proclamar, que recebeu uma herança braba de seu patrono e de si mesma. Nem bem assume e seus porta-vozes econômicos já têm de apelar para as mágicas antigas (quanto foi mal falado o doutor Delfim, que nadava de braçada nos arabescos contábeis para esconder o que todos sabiam!), porque a situação fiscal se agravou. Até os mercados, que só descobrem estas coisas quando está tudo por um fio, perceberam. Mesmo os "velhos bobos ortodoxos do FMI", no linguajar descontraído do ministro da Fazenda, viram que algo anda mal.
Seja no reconhecimento mal disfarçado da necessidade de um ajuste fiscal, seja no alerta quanto ao cheiro de fumaça na compra a toque de caixa dos jatos franceses, seja nas tiradas sobre os até há pouco tempo esquecidos "direitos humanos", há sinais de mudança. Os pelegos aliados do governo que enfiem a viola no saco, pois os déficits deverão falar mais alto do que as benesses que solidarizaram as centrais sindicais com o governo Lula.
Aos novos sinais se contrapõem os amores antigos: Belo Monte há de vir à luz por cesariana, esquecendo as preocupações com o meio ambiente e com o cumprimento dos requisitos legais; as alianças com os partidos da "governabilidade" continuarão a custar caro no Congresso e nos Ministérios, sem falar no "segundo escalão", cujas joias mais vistosas, como Furnas (está longe de ser a única), já são objeto de ameaças de rapto e retaliação.
Diante de tudo isso, como fica a oposição?
Digamos que ela quer ser "elevada", sem sujar as mãos (ou a língua) nas nódoas do cotidiano nem confundir crítica ao que está errado com oposição ao País (preocupação que os petistas nunca tiveram quando na oposição). Ainda assim, há muito a fazer para corresponder à fase de "muda". A começar pela crítica à falta de estratégia para o País: que faremos para lidar com a China (reconhecendo seu papel e o muito de valioso que podemos aprender com ela)? Não basta jogar a culpa da baixa competitividade nas altas taxas de juros. Olhando para o futuro, teremos de escolher em que produtos poderemos competir com China, Índia, asiáticos em geral, Estados Unidos, etc. Provavelmente serão os de alta tecnologia, sem esquecer que os agrícolas e minerais também requerem tal tipo de conhecimento. Preparamo-nos para a era da inovação? Reorientamos nosso sistema escolar nessa direção? Como investir em novas e nas antigas áreas produtivas sem poupança interna? No governo anterior os interesses do Brasil pareciam submergir nos limites do antigo "Terceiro Mundo", guiados pela retórica do Sul-Sul, esquecidos de que a China é Norte e nós, mais ou menos. Definimos os Estados Unidos como "o outro lado" e percebemos agora que suas diferenças com a China são menores do que imaginávamos. Que faremos para evitar o isolamento e assegurar o interesse nacional sem nos guiarmos por ideologias arcaicas?
Há outros objetivos estratégicos. Por exemplo, no caso da energia: aproveitaremos de fato as vantagens do etanol, criaremos uma indústria alcoolquímica, usaremos a energia eólica mais intensamente? Ou, noutro plano, por que tanta pressa para capitalizar a Petrobrás e endividar o Tesouro com o pré-sal em momento de agrura fiscal? As jazidas do pré-sal são importantes, mas deveríamos ter uma estratégia mais clara sobre como e quando aproveitá-las. O regime de partilha é mesmo mais vantajoso? Nada disso está definido com clareza.
O governo anterior sonegava à população o debate sobre seu futuro. O caminho a ser seguido era definido em surdina nos gabinetes governamentais e nas grandes empresas. Depois se servia ao País o prato feito na marcha batida dos projetos-impacto do tipo trem-bala, PACs diversos, usinas hidrelétricas de custo indefinido e serventia pouco demonstrada. Como nos governos autoritários do passado. Está na hora de a oposição berrar e pedir a democratização das decisões, submetendo-as ao debate público.
Não basta isso, entretanto, para a oposição atuar de modo efetivo. Há que mexer no desagradável. Não dá para calar diante de a Caixa Econômica ter-se associado a um banco já falido, que agora é salvo sem transparência pelos mecanismos do Proer e assemelhados. E não foi só lá que o dinheiro do contribuinte escapou pelos ralos para subsidiar grandes empresas nacionais e estrangeiras, via BNDES. Não será tempo de esquadrinhar a fundo a compra dos aviões? E o montante da dívida interna, que ultrapassa R$ 1,6 trilhão, não empana o feito da redução da dívida externa? E dá para esquecer os cartões corporativos usados pelo Alvorada, que foram tornados "de interesse da segurança nacional" até ao final do governo Lula para esconder o montante dos gastos? Não cobraremos agora a transparência? E o ritmo lento das obras de infraestrutura, prejudicadas pelo preconceito ideológico contra a associação do público com o privado, contra a privatização necessária em casos específicos, passará como se fosse contingência natural? Ou as responsabilidades pelos atrasos nas obras viárias, de aeroportos e de usinas serão cobradas? Por que não começar com as da Copa, libertas de licitação e mesmo assim dormindo em berço esplêndido?
Há, sim, muita coisa para dizer nesta hora de "muda". Ou a oposição fala, e fala forte, sem se perder em questiúnculas internas, ou tudo continuará na toada de tomar a propaganda por realização. Mesmo porque, por mais que haja nuances, o governo é um só Lula-Dilma, governo do PT ao qual se subordinam ávidos aliados.
SOCIÓLOGO, FOI PRESIDENTE DA REPÚBLICA

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Tucanos114poa!!! PROGRAMA NACIONAL PSDB. Assista aqui!!!


Brasília (03) – O PSDB apresentou nesta quinta-feira o seu primeiro programa em cadeia nacional de rádio e tv de 2011. A apresentação, de 10 minutos, começou com um comercial, onde foram lembrados os principais problemas enfrentados hoje pelos brasileiros, como a insegurança pública e os baixos rendimentos na área de Saúde e Educação.

Logo depois, o programa foi dividido em três partes. Na primeira, o presidente de honra do partido, Fernando Henrique Cardoso, que governou o Brasil entre 1995 e 2002, e que, junto com o governo anterior de Itamar Franco, lançou os fundamentos sociais e econômicos que sustentam o desenvolvimento e o progresso do país até hoje, faz uma mesa redonda com 120 jovens.

Ele responde perguntas sobre meio ambiente, educação, sociologia, política, o papel das mulheres na sociedade, e também sobre ex-presidentes, alianças políticas e corrupção. FHC comenta ainda, sobre o necessário e natural processo de revitalização dos partidos políticos, particularmente no PSDB.

Logo em seguida, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin apresenta o trabalho, diferenciado, dos governadores do PSDB que, além de São Paulo, administram os Estados de Minas Gerais, Paraná, Goiás, Pará, Tocantins, Alagoas e Roraima. “O PSDB é o partido que realmente transforma a vida das pessoas”, lembra.

Na sua parte final, o programa tem a participação do Presidente Nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra, e dos líderes de bancada, no Senado Alvaro Dias, na Câmara dos Deputados, Duarte Nogueira.

Guerra, além de também ressaltar as diferenças do PSDB em relação à administração de recursos públicos, a transparência, a ética e o respeito à democracia, lembra o desempenho do partido, o trabalho e a dedicação do candidato José Serra na última eleição presidencial.

O presidente salienta que o bom desempenho nas eleições estaduais – o PSDB é o partido com o maior número de governadores -, está reciprocamente ligado ao trabalho na campanha para Presidente da República.

Alvaro Dias e Duarte Nogueira abordam as iniciativas parlamentares e políticas que o partido terá no Congresso Nacional este ano em favor da população brasileira e em relação à fiscalização do governo federal. Entre as iniciativas estão o salário mínimo de R$ 600, proposto pelo então candidato José Serra, e a atualização da tabela do imposto de renda.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Tucanos114poa!!! Reflexões do Professor!!!


PARTIDOS NÃO CONSTITUCIONAIS EM DEMOCRACIAS CONSTITUCIONAIS
José Antônio Giusti Tavares | 01 Fevereiro 2011
\"...o partido deve responder às exigências de uma longa disputa pela hegemonia (...) com a construção de uma cultura política e de uma ideologia socialista em bolsões altamente organizados daqueles setores revolucionários, em direção a uma ruptura com o Estado burguês...com respostas dentro e fora da ordem (...), sob pena de limitar-se aos enfrentamentos na esfera política das instituições da ordem, sendo inexoravelmente sugado por ela.\",br. (Tarso Genro, atual governador petista do Rio Grande do Sul,sustentando a estratégia leninista-troskista da dualidade de poder, em 1988, em Teoria e Debate, n°4, 38-41).
Há um grave e delicado problema com a existência de partidos não constitucionais em democracias constitucionais como a brasileira, que deve ser examinado e enfrentado com a maior clareza e sem qualquer dissimulação.
Entendo por democracia constitucional aquela na qual não só a representação política e o governo são constituídos por eleições universais competitivas periódicas e regulares, bem como submetidos a mecanismos de responsabilização pública (a vertical accountability), mas na qual são instituídos e efetivamente funcionam mecanismos de separação e contenção recíproca dos poderes constitucionais (a horizontal accountability) e os direitos individuais, incluído o direito à vida, à liberdade, à propriedade e à associação, são assegurados pela lei constitucional e pelos tribunais.
Entendo por partidos constitucionais aqueles que se movem nos limites da ordem constitucional acima descrita. E entendo por partidos não constitucionais aqueles que não só não observam aqueles limites mas manifestamente, por suas proposições e por suas atitudes, atentam ou ameaçam atentar contra aquela ordem.
Em uma democracia constitucional e representativa, sobretudo quando erodida e fragilizada pela decadência de suas elites, bem como pela corrupção e pela desinformação políticas generalizadas, os partidos constitucionais e a própria ordem pública constitucional devem enfrentar o paradoxo de que se encontram com freqüência em inferioridade de condições frente aos partidos não constitucionais que, entretanto, participam da política institucional. Esse paradoxo decorre de quatro fenômenos evidentes.
Em primeiro lugar, ao participarem da ordem política constitucional, os partidos não constitucionais beneficiam-se das prerrogativas e dos recursos que ela confere, sem obrigar-se aos valores, às regras e aos limites que ela impõe e, sobretudo, sem abrir mão do comportamento revolucionário, conspiratório, insurrecional e golpista.
A esse respeito, o Partido dos Trabalhadores tem constituído um caso exemplar: fora do governo mas, sobretudo, ao ocupá-lo, adotam simplesmente a estratégia leninista-trotskista dadualidade de poder, que consiste em conspirar pelo alto, a partir do interior das instituições, e mobilizar de baixo, a partir de populações disponíveis e receptivas, gerando pressões societárias, inclusive armadas, como é o caso do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra. A epígrafe deste artigo é apenas um dos claros apelos à estratégia da dualidade de poder.
Em segundo lugar, os cidadãos comuns, que participam dos partidos constitucionais ou com eles se identificam, partilham a sua dedicação, as suas energias e a sua lealdade entre múltiplas atividades e associações, entre as quais a política e os partidos possuem uma importância limitada e ocupam um espaço menor: a participação política moderada constitui requisito fundamental da democracia constitucional, a politéia, como já Aristóteles observara. Contudo, os partidos totalitários apelam para a participação e para a mobilização políticas permanentes, para o profissionalismo, para o ativismo revolucionário de tempo integral e, enfim, para a politização da totalidade das esferas da existência, desde aquelas mais íntimas.
Em terceiro lugar, a compreensão adequada dos valores sobre os quais está fundada a democracia constitucional e das normas e das instituições com as quais opera, bem como os processos econômicos por referência aos quais se definem as políticas públicas e o comportamento dos partidos nas sociedades democráticas contemporâneas, exige dos indivíduos, em virtude de sua complexidade e sutileza, um nível muito elevado de discernimento intelectual, que se encontra normalmente fora do alcance da informação e do entendimento do homem comum. A rigor, a participação racional e responsável nas decisões democráticas exige do cidadão um nível relativamente elevado de informação factual, de saber contextual e de saber estrutural, que ele normalmente não possui. Sob tais condições, a democracia constitucional muito dificilmente pode competir pela preferência do homem comum com o totalitarismo, que recorre a uma simplificação brutal da realidade política e econômica, substituindo a informação e a análise racional pela ideologia, um \"saber\" de custo baixo, próximo de zero, que contém, por outro lado, um apelo direto à emocionalidade e ao inconsciente de indivíduos mergulhados em situação de massa.
Enfim, o exercício da liberdade e da responsabilidade públicas, inerentes à democracia constitucional, implica em assumir custos e riscos, requerendo dos indivíduos um grau pouco comum de segurança psicológica, que lhes permita conviver com a incerteza. O recurso normal para reduzir a incerteza e os riscos é provido pela informação factual e pelos saberes contextual e estrutural, o que envolve custos imediatos e a médio e longo prazo, que aqueles que pertencem aos segmentos mais baixos da sociedade não podem assumir. E, neste caso, vale a assertiva precedente: para a maioria das pessoas, pouco capazes de suportar a incerteza e os riscos da própria liberdade, a ideologia totalitária proporciona uma explicação mágica e omnicompreensiva da realidade e da história, que lhes devolve a segurança a baixo custo.
Diante desse desigual e insólito desafio as democracias constitucionais mais avançadas e sólidas armam-se com recursos previstos na lei constitucional, o mais importante dos quais é a proscrição de partidos políticos que promovem, estimulam ou apóiam processos conspiratoriais ou qualquer outra forma de violência política: a cláusula de constitucionalidade dos partidos, contida no art. 21,(2) da Constituição da República Federal da Alemanha e eficazmente aplicada pelo seu Tribunal Constitucional, é o exemplo de maior proeminência:
\"Os partidos que por suas finalidades ou pelas atitudes de seus partidários tentam desvirtuar ou eliminar o regime fundamental de democracia e de liberdade, ou pôr em perigo a existência da República Federal, são inconstitucionais\".
É verdade que a Constituição Brasileira contém uma cláusula semelhante, o artigo 17, que em seu caput estabelece, como requisito para a existência dos partidos políticos, a fidelidade ao \"regime democrático\", ao \"pluripartidarismo\" e aos \"direitos fundamentais da pessoa humana\"; no inciso II, estabelece \"a proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes\"; e, enfim, no § 4º, veda \"a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar\". Resta aplicá-lo.
Se um supremo esforço de esclarecimento não conseguir persuadir o eleitor comum que a democracia constitucional, conquistada a duras penas mas perversamente disputada nessas eleições, deve ser preservada, quaisquer que sejam as suas vicissitudes - então, a manipulação populista de justos descontentamentos e o ilusionismo messiânico pavimentarão o caminho auto-destrutivo que, consumado por Cuba, está sendo trilhado, no continente sul-americano, pela Venezuela, pelo Equador, pela Bolívia, pela Argentina e pelo Brasil.
Não tenhamos ilusão. Na ausência de sólidas e vigorosas instituições de representação política e de separação dos poderes constitucionais, incluindo a separação entre Chefia de Estado e a Chefia do Governo, eleições plebiscitárias provêm a ante-sala do bonapartismo e da democracia totalitária, como profetizou com acerto Alexis de Tocqueville.
A experiência histórica registra importantes casos em que o totalitarismo ocupou o Estado pela via eleitoral, entre os quais o nacional-socialismo alemão.