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JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
ANDREZA MATAIS
DE BRASÍLIA
A Justiça condenou um professor da UnB (Universidade de Brasília), dois empresários e um sociólogo a penas que chegam a dez anos e dez meses de prisão por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
O processo envolve um suposto esquema de desvio de recursos públicos através da Finatec, uma das principais fundações de apoio à UnB.
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Foram condenados o professor de engenharia Antônio Manoel Dias Henriques, que presidiu a Finatec, o empresário Luis Antonio Lima, a mulher dele, Flavia Maria Camarero, e o sociólogo Eduardo Grin, sócio do casal.
A Finatec foi protagonista do escândalo da compra de mobília, que incluía uma lixeira de R$ 1.000, para um apartamento funcional para o ex-reitor da UnB Timothy Mulholland.
Ele foi inocentado em novembro pela Justiça Federal da acusação de improbidade administrativa, mas o Ministério Público recorreu.
Luis Antonio Lima, oriundo do PT gaúcho, participou da equipe petista de transição dos governos Fernando Henrique Cardoso-Lula.
Ele e a mulher são donos da Intercorp e da Camarero & Camarero Consultoria Empresarial, empresas investigada em vários Estados por contratos, sempre sem licitação, firmados com governos do PT pela Finatec.
Todos podem recorrer da sentença em liberdade, mas o juiz Esdras Neves determinou que a pena seja cumprida em regime fechado.
PATRIMÔNIO
O caso corre em segredo de Justiça. A sentença, da 3ª Vara Criminal, afirma que "os réus tiveram aumento patrimonial ilícito". Por isso, foi determinada a perda de bens do grupo em favor da União.
Segundo a denúncia do Ministério Público, a Finatec era contratada pelas prefeituras e depois subcontratava a Intercorp. Era uma forma de driblar a necessidade de licitação e permitir que a empresa privada recebesse recursos públicos.
Ainda conforme investigações de promotores, a Intercorp recebeu cerca de R$ 28 milhões da fundação. Além da suposta fraude na contratação direta, os serviços não eram realizados --tese negada pela defesa dos acusados.
A maior parte do dinheiro iria para contas bancárias de Lima. Outra parte teria sido usada na compra de imóveis.
As denúncias envolvendo a Intercorp já levaram ao bloqueio de bens do ex-prefeito de Nova Iguaçu (RJ) Lindberg Farias (PT), eleito senador.
OUTRO LADO
Advogados do grupo condenado à prisão negam que tenha havido crime de lavagem de dinheiro ou desvio de recursos públicos.
O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, que assumiu o caso após a condenação de Luis Antonio Lima, a mulher dele e Eduardo Grin, afirma que não houve crime de lavagem porque os valores foram depositados nas contas deles próprios.
Almeida Castro, o Kakai, também sustenta que o caso deveria ser apreciado pela Justiça Federal, e não estadual, pois envolve uma instituição ligada à União.
Segundo Kakai, a tese é comprovada pelo fato de o caso ter sido investigado pela CGU (Controladoria-Geral da União). Destaca ainda que as consultorias foram realizadas de fato por seus clientes.
Getulio Humberto Barbosa de Sá, defensor do professor da UnB Antônio Manoel Dias Henriques, afirma que seu cliente conseguiu comprovar a origem de todos seus bens.
Ele argumenta ainda que a Justiça não deu vistas à defesa a documentos referentes a quebras de sigilo que envolveram seu cliente.
fonte: www.folha.com
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Serra e Sérgio Guerra brigam pelo comando do PSDB. Oposição não quer ser oposição.
Serra e Sérgio Guerra brigam pelo comando do PSDB. Oposição não quer ser oposição.
Clipping
Revista IstoÉ - 4 de dezembro
Lá se vão mais de 30 dias do segundo turno da eleição presidencial e o PSDB ainda não conseguiu juntar os cacos da derrota. O partido continua zonzo e sem rumo como um boxeador nocauteado. E, para piorar as coisas, os tucanos começaram a brigar entre si pelo controle da legenda. No centro da disputa está o ex-governador José Serra, candidato derrotado ao Planalto. Ao voltar da Europa, mal refeito do revés nas urnas, ele avisou que quer ocupar a presidência do PSDB, desalojando do cargo o pernambucano Sérgio Guerra, senador em fim de mandato e deputado federal eleito. Sem função pública pelo menos até 2013, Serra antecipa uma disputa que só ocorreria em maio, na escolha da nova Executiva Nacional do partido.
. A briga no PSDB é resultado de uma campanha que deu preferência à figura do cacique político, representado exatamente por Serra. “Os caciques foram importantes nas sociedades indígenas antigas, mas isso não pode perdurar nas democracias”, diz o sociólogo Antonio Lavareda. Sem dúvida, repercutiu muito mal no PSDB a pretensão de Serra de controlar o partido, apesar de derrotado na corrida para o Planalto. Há dez dias, o ex-governador esteve em Brasília e bateu boca com Guerra, que, então, buscou o apoio do futuro governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do senador eleito por Minas Aécio Neves. Na segunda-feira 28, Alckmin tratou de lançar uma alternativa que, na prática, enterra as aspirações de Serra: “A discussão deve começar pelos diretórios municipais”, sugeriu. “Não se pode iniciar pelo fim, mas pela base.”
Fonte:revista istoÉ
Clipping
Revista IstoÉ - 4 de dezembro
Lá se vão mais de 30 dias do segundo turno da eleição presidencial e o PSDB ainda não conseguiu juntar os cacos da derrota. O partido continua zonzo e sem rumo como um boxeador nocauteado. E, para piorar as coisas, os tucanos começaram a brigar entre si pelo controle da legenda. No centro da disputa está o ex-governador José Serra, candidato derrotado ao Planalto. Ao voltar da Europa, mal refeito do revés nas urnas, ele avisou que quer ocupar a presidência do PSDB, desalojando do cargo o pernambucano Sérgio Guerra, senador em fim de mandato e deputado federal eleito. Sem função pública pelo menos até 2013, Serra antecipa uma disputa que só ocorreria em maio, na escolha da nova Executiva Nacional do partido.
. A briga no PSDB é resultado de uma campanha que deu preferência à figura do cacique político, representado exatamente por Serra. “Os caciques foram importantes nas sociedades indígenas antigas, mas isso não pode perdurar nas democracias”, diz o sociólogo Antonio Lavareda. Sem dúvida, repercutiu muito mal no PSDB a pretensão de Serra de controlar o partido, apesar de derrotado na corrida para o Planalto. Há dez dias, o ex-governador esteve em Brasília e bateu boca com Guerra, que, então, buscou o apoio do futuro governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do senador eleito por Minas Aécio Neves. Na segunda-feira 28, Alckmin tratou de lançar uma alternativa que, na prática, enterra as aspirações de Serra: “A discussão deve começar pelos diretórios municipais”, sugeriu. “Não se pode iniciar pelo fim, mas pela base.”
Fonte:revista istoÉ
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Entregue a ponte restinga seca e agudo
A governadora Yeda Crusius inaugurou, nesta sexta-feira (3), a nova ponte sobre o Rio Jacuí, na RSC-287, entre Restinga Seca e Agudo. Denominada Travessia Hilberto Boeck, e carinhosamente apelidada de Ponte da Solidariedade, a ponte foi construída e entregue à comunidade no tempo recorde de sete meses, e tem estrutura de 423 metros de extensão e 13 metros de largura, orçada em R$ 53 milhões.
Isto sim é ter coragem para fazer.
Parabéns sra: Governadora!
Isto sim é ter coragem para fazer.
Parabéns sra: Governadora!
MARIA HELENA MEDEIROS GONZALEZ!!! ( LENA ) TUCANOS ZONA SUL SE ORGULHAM!!!

Por determinação e decisão da Exma.Senhora Governadora do Estado Yeda Crusius, dia 6/12, 11hs, no Salão Negrinho do Pastoreio do Palácio Piratini, estarei recebendo com muita honra e alegria , a Medalha “Mérito Rio-grandense”. A referida Medalha é Concedida a pessoas físicas e jurídicas que se destacaram nas mais diversas áreas, demonstrando interesse máximo e amor ao que fazem, erguendo bem alto o nome do Estado do Rio Grande do Sul.
Desde já dedico a honrosa Medalha à minha família, à toda equipe da Coordenadoria Estadual da Mulher/RS e aos parceir@s que lutam incessantemente para que homens e mulheres vivam em paz, com direitos e deveres iguais, como cidadãos de fato!
Oposição na sociedade civil organiza rede anti-PT
Já saiu a primeira reunião de uma frente ampla criada por 13 intelectuais, jornalistas, políticos, profissionais liberais, estudantes e empresários gaúchos, que estão inconformados com a paralisia da oposição durante e depois da campanha eleitoral e decidiram criar um instituto para avivar on line a defesa das liberdades política e econômica no Brasil, promovendo imediatas respostas às tentativas de implementação de discurso único totalitário, liderado pelo PT em Brasília e em Porto Alegre. A maior parte dos membros do instituto participou ativamente da luta política pelo restabelecimento da democracia no País e considera que ela está ameaçada, com ações e discursos que agora também atacam a liberdade econômica, mas principiaram por restrições à liberdade de imprensa - à liberdade de expressão. O novo governo do PT tenta consolidar o modelo de uma espécie de PRI brasileiro, perpetuando-se no Poder. . O editor chama a atenção para o fato de que nas eleições deste ano, as manifestações da sociedade civil não se limitaram aos questionamentos religiosos - os valores sociais - mas se expressaram no resultado das urnas. A candidta de Lula obtete 55,6 milhões de votos, mas Serra, com adesões expontâneas e apenas inevitáveis, conseguiu 43,7 milhões de votos, 2,5 milhões de eleitores votaram em branco e a impressionante soma de 29,2 milhões de eleitores preferiram não votar. Isto significa que 76,5 milhões de eleitores brasileiros não votaram em Dilma Roussef, contra 55,7 milhões que ficaram com ela. , . A frente ampla é aberta a novas adesões, quer novas conexões em redes nacional e internacional e se coloca a serviço de toda a oposição gaúcha e brasileira. . O mais provável é que a organização que se forma em rede, venha a adotar o nome do Instituto Brasileiro da Causa Pública. . O editor é um dos signatários do manifesto de fundação, que será discutido e votado no dia 22 de dezembro em Porto Alegre.
www.polibiobraga.com.br
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Ex-reitor da UFSM quer demonstrar que foi uma farsa a Operação Rodin e o processo de Santa Maria
Queixando-se da falta de espaço na mídia tradicional de Porto Alegre (jornal, rádio e TV), que foi pródiga quando tratou de demonizá-lo, o ex-reitor da Universidade Federal de Santa Maria, Paulo Sarkis, anunciou que desmoralizará os termos da Operação Rodin, protagonizada pela Polícia Federal e pelo MPF no RS e que gerou um processo na Justiça Federal que acabou produzindo uma CPI e até o pedido de impedimento da governadora Yeda Crusius.. O professor Sarkis promete desconstruir todas as denúncias feitas a seu respeito no âmbito dos contratos assinados entre a Fatec e o Detran.. No próximo dia 13 de dezembro, o ex-reitor da Universidade Federal de Santa Maria, professor Paulo Sarkis, vai fazer uma palestra, às 19h30, no auditório do Sindicato dos Engenheiros, em Porto Alegre, localizado na Avenida Érico Verissimo, nº 960. Ele vai apresentar um roteiro em audivisual, desmontando a Operação Rodin.Sarkis promete não deixar nada sem resposta consistente.
Postado por PB às 08:33 0 comentários
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MP do RS investiga Juliana Brizola por corrupção
Por marcio campos.
O MP do RS investiga a vereadora/deputada Juliana Brizola, seu esposo Alexandre Rambo e outros CC's da Secretaria Municipal da Juventude de Porto Alegre por fraude em licitação, convênios fraudulentos, cobrança de parte dos salários dos CC's, formação de quadrilha e outros crimes.
Pois é gente.... A história tão falada de boa política, honestidade e outros valores mais uma vez demonstra existir só da boca pra fora no Brasil. O último caso não vem sendo noticiado na mídia convencional, financiada por grandes empresas e contratos com estatais e fornecedoras destas estatais e da administração pública. E não é que a jovem vereadora de Porto Alegre e deputada estadual recém eleita pelo RS Juliana Brizola está sendo investigada, junto com seu esposo Alexandre Rambo, atual secretário da juventude de Porto Alegre e alguns assessores por fraude me licitação, subrono, corrupção passiva, fraude em convênios com o governo federal (apadrinhados pelo ministro Carlos Lupi) e outros diversos crimes. Um dos fatos, que vem sendo abafado pelo grupo RBS, através de ação do suplente de deputado federal pelo PDT e ex vice presidente do grupo RBS Afonso Mota, o qual censurou matéria do diário gaúcho e impediu que esta fosse publicada diz respeito à dispensa indevida de licitação de R$ 56.000,00 para uma "tenda da juventude". Tal dispensa foi embasada como sendo por "calamidade pública". Tal fato por si só já é grave, mas fica ainda mais explícito quando se sabe que, há no mínimo 3 anos esta tenda da juventude faz parte do calendário oficial de Porto Alegre. Qual foi então o motivo de tal artifício? Nenhum outro senão a cobrança de propina, onde a empresa DS sonorização, da cidade de Canoas/RS receberia o valor de R$ 56.000,00 e devolveria R$ 30.000,00 aos corruptos da secretaria da juventude, comandados pro Juliana e seu esposo. Através de gravaçção com autorização judicial colhida na operação do MP, o dono da empresa (sem saber que estava sendo gravado) admitiu que entregou R$ 24.000,00 aos corruptos, sendo 5.000 para Jonathas Ouriques (secretário adjunto da SMJ), 5.000 para PC (Rafael Paganini, hoje chefe de gabinete do vereador DJ Cassiá), 4.000 para o "caixinha" do gabinete da SMJ e 10.000 para o secretário Alexandre Rambo (esposo da vereadora/deputada). Também são investigados pelo MP a contratação da associação AMOVIESP (vila cruzeiro em Porto Alegre), na figura de seu presidente Paulo Jorge, ligado à André Fortes, operador político e financeiro e assessor informal de Juliana e Rambo, no valor de R$ 560.000,00 (quinhentos e sessenta mil) para um projeto de eswcola de samba mirim. Tal valor já é um absurdo por si só, tendo em vista que equivale a mais de 10 vezes o que recebe uma escola do grupo especial na cidade de Porto Alegre, mas se torna ainda mais sórdido em virtude de terem sido repassados R$ 350.000,00 para o "caixinha" de campanha da deputada/vereadora. Por fim, são investigados os repasses de valores de salários de ex funcionários e cargos em comissão da Secretaria da juventude e do gabinete da vereadora, chegando a até 50% do valor total que estes funcionários tinham direito por seu trabalho, para complementar o "caixinha" da secretaria e da campanha da candidata Juliana Brizola. Não é à toa que aqueles que moram em Porto Alegre viram uma campanha milionária, onde claramente foram gastos mais de 2 milhões de reais, conforme foi possível se ver nas ruas da cidade, apresentar uma prestação de contas de R$ 343.223,19, menos de 20% do valor realmente gasto. Por estas e outras é que sou a favor da reforma política no Brasil e não acredito nas falácias da mídia tradicional, a qual é seletiva em relação às notícias publicadas, jamais contrariando os interesses das classes dominantes de de sus financiadores. LIBERDADE DE IMPRENSA JÁ!!!!
Email:: marcio1265@yahoo.com.br
O MP do RS investiga a vereadora/deputada Juliana Brizola, seu esposo Alexandre Rambo e outros CC's da Secretaria Municipal da Juventude de Porto Alegre por fraude em licitação, convênios fraudulentos, cobrança de parte dos salários dos CC's, formação de quadrilha e outros crimes.
Pois é gente.... A história tão falada de boa política, honestidade e outros valores mais uma vez demonstra existir só da boca pra fora no Brasil. O último caso não vem sendo noticiado na mídia convencional, financiada por grandes empresas e contratos com estatais e fornecedoras destas estatais e da administração pública. E não é que a jovem vereadora de Porto Alegre e deputada estadual recém eleita pelo RS Juliana Brizola está sendo investigada, junto com seu esposo Alexandre Rambo, atual secretário da juventude de Porto Alegre e alguns assessores por fraude me licitação, subrono, corrupção passiva, fraude em convênios com o governo federal (apadrinhados pelo ministro Carlos Lupi) e outros diversos crimes. Um dos fatos, que vem sendo abafado pelo grupo RBS, através de ação do suplente de deputado federal pelo PDT e ex vice presidente do grupo RBS Afonso Mota, o qual censurou matéria do diário gaúcho e impediu que esta fosse publicada diz respeito à dispensa indevida de licitação de R$ 56.000,00 para uma "tenda da juventude". Tal dispensa foi embasada como sendo por "calamidade pública". Tal fato por si só já é grave, mas fica ainda mais explícito quando se sabe que, há no mínimo 3 anos esta tenda da juventude faz parte do calendário oficial de Porto Alegre. Qual foi então o motivo de tal artifício? Nenhum outro senão a cobrança de propina, onde a empresa DS sonorização, da cidade de Canoas/RS receberia o valor de R$ 56.000,00 e devolveria R$ 30.000,00 aos corruptos da secretaria da juventude, comandados pro Juliana e seu esposo. Através de gravaçção com autorização judicial colhida na operação do MP, o dono da empresa (sem saber que estava sendo gravado) admitiu que entregou R$ 24.000,00 aos corruptos, sendo 5.000 para Jonathas Ouriques (secretário adjunto da SMJ), 5.000 para PC (Rafael Paganini, hoje chefe de gabinete do vereador DJ Cassiá), 4.000 para o "caixinha" do gabinete da SMJ e 10.000 para o secretário Alexandre Rambo (esposo da vereadora/deputada). Também são investigados pelo MP a contratação da associação AMOVIESP (vila cruzeiro em Porto Alegre), na figura de seu presidente Paulo Jorge, ligado à André Fortes, operador político e financeiro e assessor informal de Juliana e Rambo, no valor de R$ 560.000,00 (quinhentos e sessenta mil) para um projeto de eswcola de samba mirim. Tal valor já é um absurdo por si só, tendo em vista que equivale a mais de 10 vezes o que recebe uma escola do grupo especial na cidade de Porto Alegre, mas se torna ainda mais sórdido em virtude de terem sido repassados R$ 350.000,00 para o "caixinha" de campanha da deputada/vereadora. Por fim, são investigados os repasses de valores de salários de ex funcionários e cargos em comissão da Secretaria da juventude e do gabinete da vereadora, chegando a até 50% do valor total que estes funcionários tinham direito por seu trabalho, para complementar o "caixinha" da secretaria e da campanha da candidata Juliana Brizola. Não é à toa que aqueles que moram em Porto Alegre viram uma campanha milionária, onde claramente foram gastos mais de 2 milhões de reais, conforme foi possível se ver nas ruas da cidade, apresentar uma prestação de contas de R$ 343.223,19, menos de 20% do valor realmente gasto. Por estas e outras é que sou a favor da reforma política no Brasil e não acredito nas falácias da mídia tradicional, a qual é seletiva em relação às notícias publicadas, jamais contrariando os interesses das classes dominantes de de sus financiadores. LIBERDADE DE IMPRENSA JÁ!!!!
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Lula, no apogeu do seu delírio: "O povo sou eu"
Este título do editorial O Estado de S. Paulo de hoje, "O povo sou eu", é uma paródia brega à declaração soberana de Luiz XIV, o Rei Sol, que diante da apalermanda Corte foi logo avisando a quem pudesse eventualmente desafiá-lo: "O Estado sou eu". Lula voltou ao apogeu delirante que desfilou pelo Brasil antes das eleições de Dilma Roussef. É por isto que comete toda sorte de desatinos, envergonhando-se a si mesmo e a Nação. Suas agressões verbais a profissionais da imprensa, contudo, não são menos desrespeitosas do que as diárias demonstrações de tutela que impôs à sua própria sucessora, a sra. Dilma Roussef. Trata-se de um presidente desprezível. O povo sou euEDITORIAL O Estado de S. Paulo02/12/2010O mesmo presidente Lula que aconselhou um repórter deste jornal a fazer psicanálise para se tratar da "doença do preconceito", revelou ter dito de si certa vez algo que deveria levá-lo ao divã do terapeuta mais próximo. Não fosse a inconfidência, a sua grosseria com o jornalista Leonencio Nossa, baseado no Palácio do Planalto, mereceria ser largada no aterro onde se amontoam os incontáveis rompantes, bravatas e despautérios do mais prolixo dos governantes brasileiros.Mas o encadeamento das coisas obriga a revolver as palavras do presidente, em consideração ao interesse público.As cenas constrangedoras se passaram quando Lula visitava as obras da hidrelétrica de Estreito, no Maranhão, para o fechamento simbólico da primeira das 14 comportas da usina. Perguntado pelo repórter do Estado se a visita era uma forma de agradecer o apoio da oligarquia Sarney ao seu governo, ele perdeu as estribeiras. Embora o presidente do Senado seja o patriarca do clã que sabidamente controla a vida política maranhense há cerca de meio século e embora seja também notória a sua sintonia com os interesses do lulismo - e vice-versa -, Lula reagiu com indisfarçada hostilidade.A pergunta "preconceituosa", investiu, demonstraria que o jornalista não teria aprendido que o Senado é uma instituição autônoma e que, ao se eleger e tomar posse, todo político "passa a ser uma instituição"."Sarney não é meu presidente", emendou. "É o presidente do Senado deste país." Lula domina com maestria o tipo de mentira que consiste em omitir uma parte, a mais importante, da verdade. No caso, o pacto de mútua conveniência entre ambos - que se sobrepõe ao caráter institucional das relações entre dois chefes de Poderes.Que o diga o PT do Maranhão, obrigado este ano a desistir da candidatura própria no Estado em favor da reeleição da governadora Roseana Sarney. Foi ao pai que Lula se dirigiu em dada ocasião para transmitir uma ameaça ao Congresso. Segundo a história que o presidente contou na sua fala de improviso em Estreito, no decorrer da crise do mensalão, em 2005, pediu que Sarney advertisse os parlamentares da oposição de que, "se tentassem dar um passo além da institucionalidade, não sabem o que vai acontecer". Porque "não é o Lula que está na Presidência, mas a classe trabalhadora"Ou, mais precisamente, porque ele é "a encarnação do povo". Não há o mais remoto motivo para duvidar de que isso é o que ele enxerga quando se olha ao espelho. Luiz XIV teria dito que "o Estado sou eu". Era, de toda sorte, uma constatação política - e a mais concisa definição que se conhece do termo autocracia. Mas nem o Rei Sol, que via a sua onipotência iluminando a França, tinha a pretensão de encarnar os seus súditos. Não ousaria dizer "o povo sou eu". Em psiquiatria há diversas denominações para o que em linguagem leiga se chama mania de grandeza.Lula disse ainda que de início tinha medo do que lhe poderia acontecer à luz de um passado que incluía o suicídio de Vargas, a tentativa de impedir a posse de Juscelino, a deposição de Jango, a renúncia de Jânio e o impeachment de Collor. A julgar por sua versão, o migrante que passou fome e privações e refez a vida sem renegar as suas origens seria um candidato natural a engrossar a lista dos governantes brasileiros apeados do poder de uma forma ou de outra, no que seria uma interminável conspiração dos descontentes. Mas "eles", teria dito naquela conversa com Sarney, "vão saber que eu sou diferente".O que espanta, além da teoria encarnatória, são as circunstâncias que levaram Lula a invocar alguns dos momentos mais turbulentos da história nacional. Em 2005, a oposição não conspirava para "dar um passo além da institucionalidade" nem o País estava convulsionado por um confronto ideológico que se resolveria pela força. Os brasileiros, isso sim, estavam aturdidos com as evidências de que o lulismo usava dinheiro que transitava pelos desvãos da política e do governo para comprar votos na Câmara dos Deputados - o mensalão. Lula não estava nem um pouco preocupado com as instituições. Queria dar dimensão histórica ao que não passava de um caso de polícia. Encarnou uma mistificação.
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Stela garante para a repórter: “Eu não sou sacana, não
É edificante ler este tipo de declaração concedida ao jornal Zero Hora pela professora, deputada e nova secretária gaúcha da Administração, Stela Farias:- Pode vir a ser um erro administrativo, mas não tem nenhum tipo de sacanagem com dinheiro público.. A professora, deputada e secretária do novo governo do PT referia-se ao processo de improbidade a que responde no Foro de Alvorada. O Ministério Público quer que Stela Farias devolva ao Fundo dos Servidores Municipais os R$ 3 milhões que ela mandou aplicar no Banco Santos. Isto ocorreu pouco antes da quebra do Banco. O Banco Santos tinha a preferência da direção nacional do PT. Stela Farias enfiou nele ¼ de todo o patrimônio do Fundo dos Servidores. Seus bens – carro e casa - estão embargados para garantir uma possível indenização.. A professora, deputada e secretária do novo governo do PT acha que ao final e ao cabo talvez possa vir a ser penalizada por um “erro administrativo”. É possível. O PT costuma usar a semântica a seu favor. Afinal, não era Lula quem dizia que o Mensalão não passou de um “monte de recursos não contabilizados” ?CLIQUE AQUI para ler a íntegra da entrevista de Stela Farias à jornalista Adriana Irion, repórter que durante a CPI do PT acompanhou com especial perspicácia as atividades da deputada de Alvorada.CLIQUE AQUI para ver o video e ouvir a música de Waldick Soriano, "Eu não sou cachorro, não", cuja letra você poderá acompanhar aí ao lado, acima, lado esquerdo. Faça você mesmo uma paródia em cima da declaração da deputada.
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Promotor do caso da arapongagem fez "Muito barulho por nada
A três semanas do final da atual administração, finalmente o promotor Amilcar Macedo enviará para a Justiça o inquérito que abriu sobre arapongagem no governo do Estado do RS.. O promotor de Canoas criou incidentes políticos de enorme repercussão em plena campanha eleitoral, ao tentar invadir o Palácio Piratini, gerou factóides no seu Twitter, criou suspense e poderá parir um rato. O caso ajudou a desgastar o governo num momento crucial da campanha eleitoral. . No seu Twitter, Amilcar Macedo demonstrou frustração. Caso ele denuncie apenas três personagens e ainda assim de modo inconsistente, o caso serviria para um ramake da comédia shekespeariana Muito Barulho por Nada. - O promotor desistiu de levar adiante as investigações sobre arapongagem contra a frágil deputada Stela Farias, como também não quis saber de meter a mão nas 19 mil senhas distribuídas no RS. O Sr. Amilcar Macedo também não quis ouvir nenhum dos dez jornalistas da RBS que costumavam pedir serviços ao serviço de arapongagem da Casa Militar. CLIQUE AQUI para ler reportagem laudatória a Macedo, conforme publicação do site neotarso-petista Sul21LEIA postagens do promotor Amilcar Macedo no seu Twitter de hoje:1. Parabéns @cidmartins2010 e @ivanischutz vencedores do Prêmio MP/RS de jornalismo 2010.8 minutes ago via Echofon2. o jornalista @cidmartins2010 e categoria TV, a segunda colocada foi a RBS, @ivanischutz, ambos em reportagem de ações da minha Promotoria12 minutes ago via Echofon 3. Ontem, houve o julgamento do prêmio jornalismo MP/RS, com quatro categorias: impresso, radio, TV e fotografia. Na categoria "Rádio" venceu13 minutes ago via Echofon
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Pobre Dilma. Pobre Lula
ClippingRicardo Noblat, http://www.noblat.com.br/
Pobre Dilma. Pobre LulaFez todo o sentido durante a campanha eleitoral a blindagem da candidata Dilma Rousseff. Afinal, sua rala experiência em matéria de campanha poderia ter posto tudo a perder.Nada mais razoável, pois, que fosse monitorada de perto por assessores e publicitários. E que a maioria de suas entrevistas se parecesse mais com extensos monológos.Uma vez eleita, imaginou-se que o tratamento mudaria. Que uma Dilma mais à vontade circularia por aí e adiantaria um pouco sobre o que será o seu futuro governo.Que nada!Dilma fez voto de silêncio. Raramente sai de casa. E quando sai evita esbarrar em jornalistas.Curiosa a forma que adotou para anunciar a composição do seu ministério. Ela nada diz a respeito. Ninguém em torno dela diz algo de oficial. Mas todo dia se conhece mais um ou dois ministros.Enquanto foi candidata, Dilma não passou de uma incógnita. Presidente eleita, mas não empossada, permanece uma incógnita.Enquanto isso...Enquanto isso Lula continua falando o que deve e o que não deve.Poderia emplacar ministros no novo governo sem fazer tanto alarde.Pouparia Dilma de constrangimentos. Mas não tem sido assim.Faz questão de dar repetidas provas do seu poder. Recusa-se a sair de cena devagar. Marca inaugurações de obras para seus últimos dias de governo.Pobre Dilma.Pobre Dilma, não: pobre Lula. Está destinado a sofrer mais do que ela a partir de 1º de janeiro próximo.CLIQUE ao lado para ampliar o texto e ler a análise de Giovani Baía sobre o terceiro mandato de Lula.
Postado por PB às 11:18 10 comentários
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Saiba por que é importante acompanhar as revelações de Wikileaks
As revelações do site Wikileaks não causaram desconforto apenas para governos dominantes como Estados Unidos, Rússia e China, mas também criaram situações de incredulidade, perplexidade e escamoteação em governos como os do PT, no Brasil. Vale a pena examinar duas “revelações”, se é que se pode falar em revelações:1) o governo brasileiro atual já prendeu vários agentes comprometidos com o terrorismo internacional, mas mascarou estas prisões, apresentando-as sob outras denominações, o que decorre da sua vontade de não promulgar leis anti-terroristas.2) o Itamaraty e o atual governo do PT desenvolvem ações claramente anti-americanas.. Na informação aí ao lado, você saberá que Wikileaks passará muitas informações novas sobre o Brasil. São informações que desmascararão, como já desmascaram, posições de alinhamento lulo-petistas e governamentais, espúrio, a regimes totalitários, sem contar os ataques às liberdades política e econômica.. Um grupo de jornalistas independentes, inclusive brasileiros, trabalham nas novas informações, até mesmo com traduções para o português.
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
É fato consumado!
O povo do Rio grande do Sul saberá, que este governo é e será por muitas décadas o melhor Governo que já se viu em toda á história politica deste estado.Parabéns! a nossa eterna governadora .Yeda Rorato Crusius.
Paulo Furtado.
Presidente da zonal 114poa.
Paulo Furtado.
Presidente da zonal 114poa.
Personalidade Política do Ano do RS é Yeda
Yeda Crusius, com 59% (639 votos) foi considerada a Personagem Política do Ano no RS, segundo votação da qual participaram 1.080 leitores do site http://www.polibiobraga.com.br/. Pela ordem, os demais votados:Ana Amélia (16%)Tarso Genro (14%)Manuela D’Ávila, Osmar Terra e José Fortunatti (3% cada um).
Postado por PB às 15:57 6 comentários
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FHC: Política fiscal do atual governo é frouxa
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Ele destacou que Lula aumentou os gastos correntes e o número de cargos públicos
São Paulo, 25 – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse, nesta quinta-feira, que a política fiscal do governo está “frouxa” por causa do aumento dos gastos públicos promovidos pelo governo federal. Ele responsabilizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter elevado os gastos correntes e aumentado o número de cargos públicos e criticou o nível de investimento que, na sua avaliação, continua muito baixo.
“Eu acho que a política fiscal está frouxa. O presidente Lula optou por aumentar muito o gasto corrente com pessoal, criou cargos e não optou por fazer investimentos”, afirmou, ao participar do 2º Forum CardMonitor de Inteligência de Mercado, em São Paulo. “Acho que agora está na hora do Brasil pensar grande e estrategicamente”, disse, em referência ao início do governo da presidente eleita Dilma Rousseff.
Apesar da crítica, FHC evitou qualificar que a política fiscal será “a herança maldita” do governo Lula. “Eu não gosto dessa expressão porque eles a inventaram para me criticar e usaram minha herança o tempo todo. Eu não acho que o Brasil tenha herança maldita. O Brasil tem melhorado sempre, melhorou no tempo de Itamar Franco, de José Sarney, no meu tempo e no do presidente Lula. Nós estamos avançando, isso é briga política.”
“Quando a gente olha um pouco mais de longe, com objetividade, não tem herançamaldita, tem problema, dificuldades e situações.”
Ao falar do futuro governo, o tucano avaliou que Dilma Rousseff terá de decidir se vai continuar com a política de aumento de gasto público ou se vai promover um ajuste mais forte nas contas públicas. “Dilma é teimosa, mas também é racional, e acho que a racionalidade vai prevalecer. Esperoque ela tenha capacidade de decidir.”
Além do desafio econômico, Fernando Henrique prevê desafios políticos também para a presidente eleita. No seu entender, ela terá mais dificuldades em lidar com o Congresso do que o presidente Lula. “Lula tinhamuito apoio popular, o que facilitava seu trânsito no Congresso Nacional. Não é que ela seja vulnerável, é a nossa situação, o estilo do presidencialismo brasileiro. O partido do presidente nunca é majoritário etem que fazer o sistema de alianças e as alianças têm o seu custo”, afirmou.
E continuou: “Eu não gosto de julgar de antemão, mas ela vai ter de ter um trabalho grande porque os partidos vão começar a exigir.”
Para ilustrar o cenário de desafio político que prevê para Dilma Rousseff, FHC citou como exemplo a formação do blocão liderado pelo PMDB (e outras legendas da base aliada) antes mesmo da posse de Dilma.
Sobre as diferenças e semelhanças entre Lula e Dilma, o tucano disse que além do apoio popular, Lula contou com o bom momento econômico mundial. “Agora, os ventos não são tão favorável, então, provavelmente ela (Dilma) vai ter que desenvolver maiores habilidades para poder equilibrar asforças.”
Fonte: Agência Estado
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Ele destacou que Lula aumentou os gastos correntes e o número de cargos públicos
São Paulo, 25 – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse, nesta quinta-feira, que a política fiscal do governo está “frouxa” por causa do aumento dos gastos públicos promovidos pelo governo federal. Ele responsabilizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter elevado os gastos correntes e aumentado o número de cargos públicos e criticou o nível de investimento que, na sua avaliação, continua muito baixo.
“Eu acho que a política fiscal está frouxa. O presidente Lula optou por aumentar muito o gasto corrente com pessoal, criou cargos e não optou por fazer investimentos”, afirmou, ao participar do 2º Forum CardMonitor de Inteligência de Mercado, em São Paulo. “Acho que agora está na hora do Brasil pensar grande e estrategicamente”, disse, em referência ao início do governo da presidente eleita Dilma Rousseff.
Apesar da crítica, FHC evitou qualificar que a política fiscal será “a herança maldita” do governo Lula. “Eu não gosto dessa expressão porque eles a inventaram para me criticar e usaram minha herança o tempo todo. Eu não acho que o Brasil tenha herança maldita. O Brasil tem melhorado sempre, melhorou no tempo de Itamar Franco, de José Sarney, no meu tempo e no do presidente Lula. Nós estamos avançando, isso é briga política.”
“Quando a gente olha um pouco mais de longe, com objetividade, não tem herançamaldita, tem problema, dificuldades e situações.”
Ao falar do futuro governo, o tucano avaliou que Dilma Rousseff terá de decidir se vai continuar com a política de aumento de gasto público ou se vai promover um ajuste mais forte nas contas públicas. “Dilma é teimosa, mas também é racional, e acho que a racionalidade vai prevalecer. Esperoque ela tenha capacidade de decidir.”
Além do desafio econômico, Fernando Henrique prevê desafios políticos também para a presidente eleita. No seu entender, ela terá mais dificuldades em lidar com o Congresso do que o presidente Lula. “Lula tinhamuito apoio popular, o que facilitava seu trânsito no Congresso Nacional. Não é que ela seja vulnerável, é a nossa situação, o estilo do presidencialismo brasileiro. O partido do presidente nunca é majoritário etem que fazer o sistema de alianças e as alianças têm o seu custo”, afirmou.
E continuou: “Eu não gosto de julgar de antemão, mas ela vai ter de ter um trabalho grande porque os partidos vão começar a exigir.”
Para ilustrar o cenário de desafio político que prevê para Dilma Rousseff, FHC citou como exemplo a formação do blocão liderado pelo PMDB (e outras legendas da base aliada) antes mesmo da posse de Dilma.
Sobre as diferenças e semelhanças entre Lula e Dilma, o tucano disse que além do apoio popular, Lula contou com o bom momento econômico mundial. “Agora, os ventos não são tão favorável, então, provavelmente ela (Dilma) vai ter que desenvolver maiores habilidades para poder equilibrar asforças.”
Fonte: Agência Estado
Redução dos juros depende do controle dos gastos públicos
Para Vellozo Lucas, criação de novo índice inflacionário só serve para maquiar gastança
Brasília (29) – Economista, o deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas (ES) afirmou nesta segunda-feira que o caminho para redução da taxa de juros é controlar os gastos da máquina pública, não usar um novo índice de inflação, como anunciou na semana passada o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “O novo índice só serviria para maquiar os números.”
Pela medida, o governo implantaria uma nova contabilidade para a inflação, com a criação do índice para expurgar os preços de alimentos e do combustível do índice que mede a inflação, uma medida que contraria aquilo que já é praticado pelo Banco Central do Brasil e o Federal Reseve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos).
“A ideia do ministro é de uma impropriedade absurda. Ela atinge o coração da estabilidade macroeconômica”, disse Vellozo. “Não existe possibilidade de reduzir taxa de juros mexendo no índice de inflação sem desorganizar o que o Brasil conquistou durante os 15 anos do Plano Real: a estabilidade. O único caminho para reduzir de maneira consistente a taxa de juros é reduzir a dívida pública”, completou.
Caso a medida se concretize, segundo o deputado, as metas oficiais serão desmoralizadas e o combate à inflação será relaxado. Assim, a estratégia dos próximos quatro anos poderá ser prejudicada. “Eu espero que o ministro recue e não queira implantar a redução da taxa de juros à custa da perda de credibilidade dos fundamentos da estabilidade macroeconômica.”
O novo índice mostra a dificuldade do governo federal para cumprir a meta de inflação, fixada em 4,5% para os próximos dois anos. No acumulado dos últimos 12 meses até outubro, o IPCA (Índice de Preço do Consumidor Amplo) – indicador que mede a inflação – ficou em 5,20%. Cálculos do mercado privado mostram que o índice com o expurgo de alimentos e combustíveis no mesmo período é de 4,16%.
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http://www.psdb.org.br/
Brasília (29) – Economista, o deputado Luiz Paulo Vellozo Lucas (ES) afirmou nesta segunda-feira que o caminho para redução da taxa de juros é controlar os gastos da máquina pública, não usar um novo índice de inflação, como anunciou na semana passada o ministro da Fazenda, Guido Mantega. “O novo índice só serviria para maquiar os números.”
Pela medida, o governo implantaria uma nova contabilidade para a inflação, com a criação do índice para expurgar os preços de alimentos e do combustível do índice que mede a inflação, uma medida que contraria aquilo que já é praticado pelo Banco Central do Brasil e o Federal Reseve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos).
“A ideia do ministro é de uma impropriedade absurda. Ela atinge o coração da estabilidade macroeconômica”, disse Vellozo. “Não existe possibilidade de reduzir taxa de juros mexendo no índice de inflação sem desorganizar o que o Brasil conquistou durante os 15 anos do Plano Real: a estabilidade. O único caminho para reduzir de maneira consistente a taxa de juros é reduzir a dívida pública”, completou.
Caso a medida se concretize, segundo o deputado, as metas oficiais serão desmoralizadas e o combate à inflação será relaxado. Assim, a estratégia dos próximos quatro anos poderá ser prejudicada. “Eu espero que o ministro recue e não queira implantar a redução da taxa de juros à custa da perda de credibilidade dos fundamentos da estabilidade macroeconômica.”
O novo índice mostra a dificuldade do governo federal para cumprir a meta de inflação, fixada em 4,5% para os próximos dois anos. No acumulado dos últimos 12 meses até outubro, o IPCA (Índice de Preço do Consumidor Amplo) – indicador que mede a inflação – ficou em 5,20%. Cálculos do mercado privado mostram que o índice com o expurgo de alimentos e combustíveis no mesmo período é de 4,16%.
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Missão dos EUA via no governo Lula foco de antiamericanismo e corrupção
Um governo permeado pela corrupção, defensor de posições polêmicas em relação ao Irã e com um profundo sentimento antiamericano. Essa era a percepção que a diplomacia americana mantinha sobre o governo Lula, de acordo com mensagens sigilosas trocada pelo embaixador no Brasil e o Departamento de Estado entre 2008 e 2009. As mensagens foram divulgadas ontem pela organização WikiLeaks. CLIQUE aqui para ler a matéria completa do Estadão.
Postado por PB às 10:09 0 comentários
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Humilhação é o povo não ter o que comer, onde estudar e se tratar"!
ClippingBrasil “passa humilhação” com Aerolula, diz presidente, ao defender o “Aerodilma”Folha de S.Paulo - 01/12/2010O presidente Lula fez ontem uma defesa enfática da compra do Aerodilma, o novo avião que deverá substituir o Aerolula. “Não tem por que não comprar. Acabou aquela bobagem do Aerolula. Acho que o Brasil precisa de um avião com mais autonomia para o presidente.” A negociação do avião foi revelada pela Folha anteontem. Há duas opções na mesa, que podem custar até mais de R$ 500 milhões, cinco vezes o custo do atual avião do presidente. . Lula disse ontem no Maranhão que “o Brasil passa humilhação” porque a autonomia do Aerolula é limitada, impedindo voos sem escala a vários locais. As opções estudadas preveem ida até a Ásia sem as atuais duas paradas. O presidente confundiu o Aerolula, um moderno Airbus-319 executivo, com o antigo avião presidencial -o Boeing 707 conhecido como Sucatão, que ainda serve à FAB como avião-tanque. “Você deveria perguntar para a imprensa que viajou num Sucatão para saber o que é uma viagem presidencial. O Brasil não pode ser um país grande do jeito que é, e ter um comportamento humilhante muitas vezes lá fora”, disse. Lula quer fechar o negócio para evitar desgaste da presidente eleita, Dilma Rousseff, no episódio. Ela não se manifestou sobre a compra, mas sua equipe econômica adotou discurso da necessidade de corte de gastos.
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Estatais tem orçamento de quase R$ 1 tri
Em meio à intensa discussão sobre a ocupação de cargos na Esplanada, o governo federal divulgou ontem quanto cada estatal terá no primeiro ano de gestão da presidente eleita, Dilma Rousseff. As mais de 100 estatais com programações para 2011 contarão com orçamento superior a R$ 935 bilhões — valor superior aos R$ 755 bilhões previstos a todos os órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário no próximo ano — e mobilizam mais de 466 mil funcionários. . As principais, Petrobras e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), deverão continuar no topo da pirâmide com os maiores caixas e, ao que tudo indica, sob o comando de José Sergio Gabrieli e Luciano Coutinho, atuais presidentes.
Postado por PB às 09:56 0 comentários
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Metade do dinheiro declarado pelo PT saiu dos 27 maiores apoiadores
Poucas empresas de poucos setores foram responsáveis pela maior parte do financiamento da campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência. Metade de todo o dinheiro declarado pela campanha da presidente eleita saiu dos 27 maiores doadores. Destacam-se as empreiteiras e construtoras. Esse setor doou pelo menos R$ 33,7 milhões para os cofres petistas, o que representa mais de 25% de toda a arrecadação.. Dos cinco maiores doadores, três são do ramo de construção - Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e UTC Engenharia. O setor financeiro teve peso menor que outros segmentos da economia na contabilidade oficial. Os bancos doaram, em conjunto, cerca de R$ 8 milhões, ou pouco menos de 6% do total arrecadado pela campanha presidencial petista.
Postado por PB às 09:53 0 comentários
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